sábado, 18 de janeiro de 2014

"Todo artista tem de ir aonde o povo está"
Pensando na música do MIlton acho que melhor do que trabalhar com arte  é compartilhar arte.
Iniciamos o ano com ideias novas, peças novas e o começo de um trabalho diferente. Ficar mais próximo das pessoas e mostrar nosso trabalho. Iniciamos hoje nossa participação na feira de Artesanato de São Mateus, organizada pela Associação de Artesãos de São Mateus. Já conheciamos a turma há um tempo e sabemos da dedicação da Ivanir, da Rosangela, do Juninho para divulgar e ampliar as possibilidades de produção e valorização de todos.
Estamos lá, a partir de agora aos sábados de 8h às 14 horas. Aguardamos os amigos para um bate papo e para mostrarmos nossas novidades porque afinal nossa frase é "presenteie com arte".
Preparando as malas...





com peças novas e maior variedade...


A praça é bonita e tem vários produtos. Eu particularmente apreciei o pão de mel sem glutén da barraca da Ana e conversei muito com a Rosangela (Ro-biscuit). 




E para terminar só lembrando um pouco mais da música do Milton.
Até a próxima!

Rose Valverde


Nos Bailes da Vida

Milton Nascimento

Foi nos bailes da vida ou num bar
Em troca de pão
Que muita gente boa pôs o pé na profissão
De tocar um instrumento e de cantar
Não importando se quem pagou quis ouvir
Foi assim
Cantar era buscar o caminho
Que vai dar no sol
Tenho comigo as lembranças do que eu era
Para cantar nada era longe tudo tão bom
Até a estrada de terra na boléia de caminhão
Era assim
Com a roupa encharcada e a alma
Repleta de chão
Todo artista tem de ir aonde o povo está
Se for assim, assim será
Cantando me disfarço e não me canso
de viver nem de cantar

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Novidades na Mostra de Arte e Artesanato do Atelier Ponto com Arte

Ontem finalizamos mais uma remessa com peças especiais para decorar sua casa e utilitários com cores variadas e alegres.
Nosso trabalho é feito com carinho procurando o máximo de qualidade num produto artesanal e original.

Vamos as novidades!



Peças da RM e a folhinha vermelha da nossa amiga Kátia Lopes















Atelier Ponto com Arte, Rua Barão de São Marcelino, 124 - Alto do Passos - JF - MG


sábado, 30 de novembro de 2013

Mostra de arte e artesanato no Atelier Ponto com Arte

Nossas peças estarão expostas no Atelier de 30 de novembro a 21 de dezembro.

Na comemoração de dois anos do Atelier amigos, familiares e alunos estiveram presentes apreciando a produção dos artistas.





Apareçam para ver as novidades!



domingo, 6 de outubro de 2013

Fantasia


Antonio Parreiras - obra "Fantasia" de 1909

Antonio Parreiras* fez uma série de pinturas com mulheres sensuais e esta retrata uma mulher pintando peças de cerâmica.
Escolhemos essa imagem para homenagear esse artista cuja história influenciou a arte em Juiz de Fora e hoje temos a Associação de Belas Artes Antonio Parreiras que preserva sua memória.

Outras obras de Antonio Parreiras:



*  Antônio Diogo da Silva Parreiras (Niterói, 20 de janeiro de 1860 – Niterói, ? de outubro de 1937) foi um pintor, desenhista, ilustrador, escritor e professor brasileiro.
Ingressou em 1882, aos 22 anos de idade, na Academia Imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro, que abandonou em 1884 para frequentar o curso livre de pintura do professor alemão Georg Grimm. Com a viagem de seu mestre para o interior do Brasil, continuou os seus estudos de forma autodidata em 1885.
Viajou para a Europa em 1888, aperfeiçoando suas técnicas na Accademia di Belle Arti di Venezia, na Itália.
De volta ao Brasil em 1890, participou da Exposição Geral de Belas Artes no Rio de Janeiro. No mesmo ano tornou-se professor de pintura de paisagens na Escola Nacional de Belas Artes. Seguindo os ensinamentos de Grimm, levou os seus alunos para pintar ao ar livre, expondo esses trabalhos em 1892.
Iniciou estudos ao ar livre nas matas de Teresópolis, sintetizados na tela Sertanejas. Tendo recebido encomendas para pintar episódios históricos, a partir de 1899 realizou vários trabalhos para palácios do governo, como a Alegoria a Apollo e às Deusas das Horas de 1925 no teto do salão nobre do Palácio da Liberdade em Belo Horizonte. Entre seus trabalhos históricos destacam-se a Conquista do Amazonas e Lembrança da visita de Oscar I, rei da Suécia e Noruega. Além dessa vertente, dedicou-se paralelamente aos nus femininos, que pintava com grande sensualidade, como pode ser apreciado em Flor brasileira,Fantasia e Frinéia.
Artista da belle époque, em 1925 foi considerado o pintor mais popular do país. Publicou a sua autobiografia em 1926 (História de um Pintor contada por ele mesmo), com isso ingressando na Academia Fluminense de Letras.
Participou em 1933 das exposições comemorativas do Jubileu Artístico em São Paulo e em Niterói, onde veio a falecer em 1937. O seu ateliê foi transformado, em 1941, no Museu Antônio Parreiras.